Alley
Sinta-se convidado para se acabar de dançar. Ao contrário da disposição da maioria dos clubs, o lounge fica no andar de cima - e tem uma vista incrível para a linha do trem. Depois do hall de entrada, a primeira parada é a pista. Escurinha, de pé direito baixo e com direito a altos decibéis. A ideia é ferver logo de cara, ao som de uma programação baseada no indie rock, ou, em outras palavras, músicas que fazem parte da trilha sonora da sua vida. O clubinho abriga cerca de 250 pessoas.
picnic
Sextas
23h. $30 entrada ou $60 consuma / até 0h: $10 entrada ou $20 consuma
picnic remete a reunião de amigos e celebração. À noite, o termo se traduz em festa no Alley. A ideia é da figurinista Mari Leone, que faz as vezes de DJ residente. Ela não vai deixar de tocar aquele hit que todo mundo adora cantar, pois a ideia é realmente resgatar as sextas-feiras de São Paulo e deixá-las insuportavelmente dançantes. A trilha sonora da picnic vai de antiguidades à modernidades: de Beatles e Stones à Franz Ferdinand e Strokes. Do indie dinarmaquês até aquele hit que você não consegue parar de escutar. E a festança conta com a ajuda de bandas da cena independente, a galera das artes, design, moda e por aí vai.
Overdancing
Sábados
23h. $30 entrada ou $60 consuma / até 0h: $10 entrada ou $20 consuma
É a festa mais tradicional do club. O DJ residente é Tiago Guiness, que também assina a direção artística do Alley. Ele – que é cearense e figurinha carimbada na noite alternativa de Fortaleza – mora em São Paulo há cinco anos e já tocou nas principais festas de rock da cidade. A cada edição da Overdancing, Tiago conta com um convidado diferente para dividir a picape. Que pode ser tanto um DJ conhecido quanto um músico, jornalista, artista, ou frequentador assíduo da noite. Pode esperar escutar LCD Soundsystem, Happy Mondays e Noah and The Wale na pista.